segunda-feira, 13 de dezembro de 2010
A Lenda do Guaraná
No meio da floresta Amazônica, viviam os índios Maués e entre eles um casal jovem, muito feliz e amado pela tribo.Porém, a felicidade do casal era abalada pela tristeza de não terem filhos.
Aconselhados pelo pajé, resolveram buscar ajuda de Tupã e pediram-lhe então, a graça de poder terem um filho.
Meses depois, a índia eu a luz a um menino.
O pequeno índio crescia saudável e feliz. Era muito querido por todos, pois era muito bondoso, criativo, prestativo e cheio de alegria.
O curumim era a verdadeira sensação da tribo e sua família muito admirada.
A fama do curumim se espalhou pela floresta e chegou ao conhecimento de Jurupari, um espírito do mal.
Jurupari cheio de inveja passou a acompanhar o pequeno índio.Como podia ficar invisível, ninguém o via.
Certo dia, o curumim saiu sozinho para colher frutos na floresta. Jurupari aproveitou-se da ocasião e transformou-se numa serpente venenosa que picou o menino.
O pequeno índio morreu quase que instantaneamente. O veneno da serpente era muito poderoso para o seu frágil corpinho de criança.
Preocupados com a demora do curumim, vários índios da aldeia partiram pela floresta para procurá-lo.
Quando encontraram o menino todos lamentaram o ocorrido. Neste momento, raios e trovões caiam do céu. Os índios diziam ser o lamento de Tupã.
A tristeza pairou sobre a aldeia.
A mãe do curumim morto recebeu uma mensagem de Tupã dizendo que deviam plantar os olhos da criança.
Os índios obedeceram ao pedido da mãe e plantaram os olhos do curumim.
Algum tempo depois no lugar em que haviam sido enterrados o olhos da criança, brotava uma linda plantinha, o Guaraná, com fruto vermelho e que por dentro pareciam os olhos do menino.
Curiosidades
Guaraná (Paulinia cupana) – do tupi wara’ná. Arbusto trepador que tem propriedades excitantes, pelo conteúdo de cafeína e teobromina.
As sementes maduras do guaraná, depois de torradas e moídas, formam uma massa plásticas macia e homogênea de cor cinzenta, que, depois da defumação para secagem, muda para vermelho-escura, às vezes quase roxa, escurecendo com o tempo, devido à oxidação. É na fase de massa moldável que se preparam os “pães”, de formas cilíndricas, elípticas ou ovais, que, depois de adquirirem consistência extremamente dura e inalterável, são oferecidos no comercio. O “pão” de guaraná é constituído por massa duríssima e, para ser consumido, precisa ser desbastado com lima de aço ou, como o fazem as populações rurais da Amazônia, limado com o osso hióide (erradamente chamado de língua) do Pirarucu.
Como refrigerante, o nome guaraná é reservado à bebida não alcoólica, gasosa, que contenha no mínimo 1% de extrato de guaraná (produto resultante do esmagamento da semente de guaraná torrada), mais açúcar, acidulantes (como o ácido cítrico) e substâncias aromáticas. Muito difundido no Brasil, o guaraná é também exportado; tem ação refrigerante e tônica, sendo rico em cafeína.
No folclore, Guaraná de figuras, são enfeites fabricados com sementes de guaraná descartadas como inaproveitáveis para a alimentação, com as quais se faz a massa plástica e que se defuma para endurecer.
Verdadeiros artistas modelam objetos (bandejas, cálices, canetas), frutas (biribás, ananás, mungubas) e animais (antas, quatis, jacarés, macacos, tatus), que são comercializados como curiosidades ou lembranças de viagem pela Amazônia.
Os índios Maués preparam uma massa comestível com as sementes desse arbusto.
Aconselhados pelo pajé, resolveram buscar ajuda de Tupã e pediram-lhe então, a graça de poder terem um filho.
Meses depois, a índia eu a luz a um menino.
O pequeno índio crescia saudável e feliz. Era muito querido por todos, pois era muito bondoso, criativo, prestativo e cheio de alegria.
O curumim era a verdadeira sensação da tribo e sua família muito admirada.
A fama do curumim se espalhou pela floresta e chegou ao conhecimento de Jurupari, um espírito do mal.
Jurupari cheio de inveja passou a acompanhar o pequeno índio.Como podia ficar invisível, ninguém o via.
Certo dia, o curumim saiu sozinho para colher frutos na floresta. Jurupari aproveitou-se da ocasião e transformou-se numa serpente venenosa que picou o menino.
O pequeno índio morreu quase que instantaneamente. O veneno da serpente era muito poderoso para o seu frágil corpinho de criança.
Preocupados com a demora do curumim, vários índios da aldeia partiram pela floresta para procurá-lo.
Quando encontraram o menino todos lamentaram o ocorrido. Neste momento, raios e trovões caiam do céu. Os índios diziam ser o lamento de Tupã.
A tristeza pairou sobre a aldeia.
A mãe do curumim morto recebeu uma mensagem de Tupã dizendo que deviam plantar os olhos da criança.
Os índios obedeceram ao pedido da mãe e plantaram os olhos do curumim.
Algum tempo depois no lugar em que haviam sido enterrados o olhos da criança, brotava uma linda plantinha, o Guaraná, com fruto vermelho e que por dentro pareciam os olhos do menino.
Curiosidades
Guaraná (Paulinia cupana) – do tupi wara’ná. Arbusto trepador que tem propriedades excitantes, pelo conteúdo de cafeína e teobromina.
As sementes maduras do guaraná, depois de torradas e moídas, formam uma massa plásticas macia e homogênea de cor cinzenta, que, depois da defumação para secagem, muda para vermelho-escura, às vezes quase roxa, escurecendo com o tempo, devido à oxidação. É na fase de massa moldável que se preparam os “pães”, de formas cilíndricas, elípticas ou ovais, que, depois de adquirirem consistência extremamente dura e inalterável, são oferecidos no comercio. O “pão” de guaraná é constituído por massa duríssima e, para ser consumido, precisa ser desbastado com lima de aço ou, como o fazem as populações rurais da Amazônia, limado com o osso hióide (erradamente chamado de língua) do Pirarucu.
Como refrigerante, o nome guaraná é reservado à bebida não alcoólica, gasosa, que contenha no mínimo 1% de extrato de guaraná (produto resultante do esmagamento da semente de guaraná torrada), mais açúcar, acidulantes (como o ácido cítrico) e substâncias aromáticas. Muito difundido no Brasil, o guaraná é também exportado; tem ação refrigerante e tônica, sendo rico em cafeína.
No folclore, Guaraná de figuras, são enfeites fabricados com sementes de guaraná descartadas como inaproveitáveis para a alimentação, com as quais se faz a massa plástica e que se defuma para endurecer.
Verdadeiros artistas modelam objetos (bandejas, cálices, canetas), frutas (biribás, ananás, mungubas) e animais (antas, quatis, jacarés, macacos, tatus), que são comercializados como curiosidades ou lembranças de viagem pela Amazônia.
Os índios Maués preparam uma massa comestível com as sementes desse arbusto.
Guaraná melhora efeitos da quimioterapia
Pesquisa do Einstein descobre que planta amazônica é mais efetiva que outros estimulantes.
Uma pesquisa inédita, realizada por pesquisadores do Hospital Israelita Albert Einstein e da Faculdade de Medicina do ABC, descobriu que o guaraná – planta nativa da Amazônia e utilizada geralmente como estimulante – pode ser usado para tratar o cansaço de mulheres com câncer de mama em tratamento com quimioterapia. Ainda não existem tratamentos comprovados para reduzir a fadiga em pacientes com câncer. Outros estimulantes foram avaliados, como o metilfenidato (Ritalina) – medicamento usado no tratamento do transtorno de déficit de atenção e hiperatividade – mas nenhum atingiu os resultados positivos apresentados pelo guaraná.
“O efeito do guaraná sobre a fadiga dessas mulheres é curioso. Ainda não sabemos como ele age, mas sabemos que é capaz de diminuir o problema”, explica o oncologista do Einstein, Dr. Auro Del Giglio, coordenador da pesquisa. “Existe alguma substância no guaraná que produz esse efeito. Apesar de conter cerca de 5% de cafeína, não acreditamos que seja essa a razão, já que o café não apresenta os mesmo resultados”, afirma. A utilização do guaraná para tratar o cansaço de mulheres em tratamento de câncer de mama é tema de uma tese de mestrado apresentada por uma aluna do Dr. Auro Del Giglio. “Iniciamos a pesquisa com pacientes de câncer de mama, mas a ideia agora é estudar a aplicação do guaraná no tratamento de outros tumores. Também iniciaremos um estudo mecanístico, ou seja, para entender o mecanismo que faz com que essa planta apresente esses resultados”, explica o médico.
O estudo
A pesquisa envolveu 75 mulheres em tratamento de câncer de mama na Faculdade de Medicina da Fundação do ABC, em Santo André, São Paulo. Elas foram divididas em dois grupos: um deles recebeu 50mg de extrato de guaraná, duas vezes ao dia, e o outro recebeu apenas placebo (sem nenhuma substância). Além do acompanhamento clínico por médicos e pesquisadores, as mulheres preencheram questionário para avaliar o seu nível de fadiga diário. Ao final de 21 dias, o estudo mostrou que 66% das pacientes do primeiro grupo relataram melhora, o que aconteceu com somente 13% do outro grupo. “Além de efetivo, o guaraná é barato e não tóxico, por isso queremos ampliar o estudo e saber de que outras formas ele pode ser utilizado”, conclui o oncologista. (fonte: HIAE
Uma pesquisa inédita, realizada por pesquisadores do Hospital Israelita Albert Einstein e da Faculdade de Medicina do ABC, descobriu que o guaraná – planta nativa da Amazônia e utilizada geralmente como estimulante – pode ser usado para tratar o cansaço de mulheres com câncer de mama em tratamento com quimioterapia. Ainda não existem tratamentos comprovados para reduzir a fadiga em pacientes com câncer. Outros estimulantes foram avaliados, como o metilfenidato (Ritalina) – medicamento usado no tratamento do transtorno de déficit de atenção e hiperatividade – mas nenhum atingiu os resultados positivos apresentados pelo guaraná.
“O efeito do guaraná sobre a fadiga dessas mulheres é curioso. Ainda não sabemos como ele age, mas sabemos que é capaz de diminuir o problema”, explica o oncologista do Einstein, Dr. Auro Del Giglio, coordenador da pesquisa. “Existe alguma substância no guaraná que produz esse efeito. Apesar de conter cerca de 5% de cafeína, não acreditamos que seja essa a razão, já que o café não apresenta os mesmo resultados”, afirma. A utilização do guaraná para tratar o cansaço de mulheres em tratamento de câncer de mama é tema de uma tese de mestrado apresentada por uma aluna do Dr. Auro Del Giglio. “Iniciamos a pesquisa com pacientes de câncer de mama, mas a ideia agora é estudar a aplicação do guaraná no tratamento de outros tumores. Também iniciaremos um estudo mecanístico, ou seja, para entender o mecanismo que faz com que essa planta apresente esses resultados”, explica o médico.
O estudo
A pesquisa envolveu 75 mulheres em tratamento de câncer de mama na Faculdade de Medicina da Fundação do ABC, em Santo André, São Paulo. Elas foram divididas em dois grupos: um deles recebeu 50mg de extrato de guaraná, duas vezes ao dia, e o outro recebeu apenas placebo (sem nenhuma substância). Além do acompanhamento clínico por médicos e pesquisadores, as mulheres preencheram questionário para avaliar o seu nível de fadiga diário. Ao final de 21 dias, o estudo mostrou que 66% das pacientes do primeiro grupo relataram melhora, o que aconteceu com somente 13% do outro grupo. “Além de efetivo, o guaraná é barato e não tóxico, por isso queremos ampliar o estudo e saber de que outras formas ele pode ser utilizado”, conclui o oncologista. (fonte: HIAE
GUARANÁ
G anhaste espaço entre as mais famosas
U m pouco de ti há muito faz grande sucesso
A presentas alegrias nas relações amorosas
R ompes a monotonia, fazes enorme progresso.
A mar é como se sentir em um jardim de rosas,
N as manhãs brilhantes ou em noites enluaradas,
A o som de canções apaixonadas e melindrosas.
Fontes:
Livro: Greek Mytology, de Sofia Souli
Revista A Grécia – Mitos e Lendas – Ed. Ática
Fundação Joaquim Nabuco.
U m pouco de ti há muito faz grande sucesso
A presentas alegrias nas relações amorosas
R ompes a monotonia, fazes enorme progresso.
A mar é como se sentir em um jardim de rosas,
N as manhãs brilhantes ou em noites enluaradas,
A o som de canções apaixonadas e melindrosas.
Fontes:
Livro: Greek Mytology, de Sofia Souli
Revista A Grécia – Mitos e Lendas – Ed. Ática
Fundação Joaquim Nabuco.
Energia Amazônica II
O Guaraná da Amazônia
Em toda a história da humanidade, mesmo em época bem remota, há indicativos da preocupação com a libido. Historiadores relatam que no Egito antigo existiam poções mágicas, feitiços e rituais para encantar o sexo oposto, ou fomentar o apetite sexual quando este não se manifestasse a contento. Os segredos, guardados as sete chaves por sacerdotes e curandeiros, eram geralmente relacionadas com as propriedades afrodisíacas de certas plantas.
No Brasil o destaque mais que merecido e comprovado é para o GUARANÁ.
A árvore é um arbusto de cerca de três metros de altura, em forma de cipó, com copa que varia de 9 a 12 m², muito comum no ESTADO DO PARÁ.
Pesquisadores da EMBRAPA constataram em suas sementes a presença de até 6,2% de cafeína, teor quatro vezes maior que o do café, o que explica o efeito estimulante da fruta, já conhecido e utilizado pelos índios da Amazônia, pelo menos desde o século XVII, em forma de pasta como alimento e remédio. Um relato do padre Felipe Bettendorf, datado de 1669, conta sobre a frutinha que os índios transformavam em umas bolas que eles valorizavam ”como os brancos estimam o seu ouro”. O padre explica: “desfeitas em água elas dão tanta força como bebida que indo à caça um dia até o outro eles não sentem fome.”
As frutinhas vermelhas em cachos, ao amadurecer, se abrem mostrando o interior negro, em contraste com a massa branca ao redor, como se fossem olhos. Os índios explicam o fenômeno com uma lenda que é encenada em Maués (AM) todos os anos em novembro, na Festa do Guaraná. Conta a história que a planta se originou dos olhos abertos de uma jovem morta junto com seu namorado, por um raio. Eles viviam um romance proibido, por serem de tribos rivais.
Os efeitos energéticos descobertos pelos índios, acabaram por estimular o interesse pelo aproveitamento industrial do guaraná. Rapidamente chegaram à Europa informações sobre as qualidades terapêuticas da planta, provocando o interesse no seu consumo em todo o mundo.
Assim é que, em 1921, foi inventado o refrigerante à base de guaraná. O produto, transformado em símbolo do Brasil, conquistou consumidores em países como Portugal, Espanha, Porto Rico, Japão. A ampliação do uso comercial das sementes, denominadas “frutos da juventude” e incorporadas por indústrias nas áreas de farmácia e de beleza, animou milhares de agricultores da Bahia, na antiga zona cacaueira. Em menos de dez anos, o Estado se transformou no maior produtor nacional. Hoje, de acordo com os cálculos da EMBRAPA, 70% das sementes colhidas no Brasil, vão para a fabricação de refrigerantes de empresas brasileiras. Além de vender para fábricas regionais de refrigerantes, os produtores baianos atendem à demanda de indústrias farmacêuticas, de cosméticos e de produtos energéticos.
Como faziam os índios, o guaraná é valorizado como estimulante em tipos variados de produtos, como “arrebites”, cápsulas e outros produtos para praticantes de esportes.
O PHD em botânica,pesquisador e professor aposentado da UNICAMP GIL FELIPPE estudou varias espécies consideradas afrodisíacas,sua origem, denominação, gênero, família.
Pois bem, o Guaraná é uma das plantas que o Professor Gil Felippe comprovou possuir propriedades afrodisíacas e que a medicina natural considera alimento capaz de revigorar as perdas orgânicas. Portanto, ele está entre os energéticos eleitos.
Em toda a história da humanidade, mesmo em época bem remota, há indicativos da preocupação com a libido. Historiadores relatam que no Egito antigo existiam poções mágicas, feitiços e rituais para encantar o sexo oposto, ou fomentar o apetite sexual quando este não se manifestasse a contento. Os segredos, guardados as sete chaves por sacerdotes e curandeiros, eram geralmente relacionadas com as propriedades afrodisíacas de certas plantas.
No Brasil o destaque mais que merecido e comprovado é para o GUARANÁ.
A árvore é um arbusto de cerca de três metros de altura, em forma de cipó, com copa que varia de 9 a 12 m², muito comum no ESTADO DO PARÁ.
Pesquisadores da EMBRAPA constataram em suas sementes a presença de até 6,2% de cafeína, teor quatro vezes maior que o do café, o que explica o efeito estimulante da fruta, já conhecido e utilizado pelos índios da Amazônia, pelo menos desde o século XVII, em forma de pasta como alimento e remédio. Um relato do padre Felipe Bettendorf, datado de 1669, conta sobre a frutinha que os índios transformavam em umas bolas que eles valorizavam ”como os brancos estimam o seu ouro”. O padre explica: “desfeitas em água elas dão tanta força como bebida que indo à caça um dia até o outro eles não sentem fome.”
As frutinhas vermelhas em cachos, ao amadurecer, se abrem mostrando o interior negro, em contraste com a massa branca ao redor, como se fossem olhos. Os índios explicam o fenômeno com uma lenda que é encenada em Maués (AM) todos os anos em novembro, na Festa do Guaraná. Conta a história que a planta se originou dos olhos abertos de uma jovem morta junto com seu namorado, por um raio. Eles viviam um romance proibido, por serem de tribos rivais.
Os efeitos energéticos descobertos pelos índios, acabaram por estimular o interesse pelo aproveitamento industrial do guaraná. Rapidamente chegaram à Europa informações sobre as qualidades terapêuticas da planta, provocando o interesse no seu consumo em todo o mundo.
Assim é que, em 1921, foi inventado o refrigerante à base de guaraná. O produto, transformado em símbolo do Brasil, conquistou consumidores em países como Portugal, Espanha, Porto Rico, Japão. A ampliação do uso comercial das sementes, denominadas “frutos da juventude” e incorporadas por indústrias nas áreas de farmácia e de beleza, animou milhares de agricultores da Bahia, na antiga zona cacaueira. Em menos de dez anos, o Estado se transformou no maior produtor nacional. Hoje, de acordo com os cálculos da EMBRAPA, 70% das sementes colhidas no Brasil, vão para a fabricação de refrigerantes de empresas brasileiras. Além de vender para fábricas regionais de refrigerantes, os produtores baianos atendem à demanda de indústrias farmacêuticas, de cosméticos e de produtos energéticos.
Como faziam os índios, o guaraná é valorizado como estimulante em tipos variados de produtos, como “arrebites”, cápsulas e outros produtos para praticantes de esportes.
O PHD em botânica,pesquisador e professor aposentado da UNICAMP GIL FELIPPE estudou varias espécies consideradas afrodisíacas,sua origem, denominação, gênero, família.
Pois bem, o Guaraná é uma das plantas que o Professor Gil Felippe comprovou possuir propriedades afrodisíacas e que a medicina natural considera alimento capaz de revigorar as perdas orgânicas. Portanto, ele está entre os energéticos eleitos.
Energia da Amazônia
A Truffa Energética é uma receita milenar.É tão maravilhosa que causa uma grande euforia já em sua preparação.Ingredientes afrodisíacos vindos do solo mais fértil do planeta,da Amazônia.Agora todos podem saborear a TRUFFA ENERGÉTICA e desfrutar do seus poderes estimulantes.Ardente,estimulante,fortificante,para experimenter à dois,para atletas e esportistas,antes da balada e depois,no trabalho dá aquele vigor.EXPERIMENTE!!
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